Palito curte lugares limpos
Era uma vez um menino chamado Palito. O Palito bebia demais. Coitado. Certo dia o Palito, também conhecido como Regidro Abdalabiol, resolveu ir para a boite com seus amigos, só pra relaxar, tomar umas de leve mesmo, como era de praxe de sua galera (sair e beber pouco).
Estavam então todos reunidos na boite especificada e logo começaram os trabalhos alcoólicos, sabe como é né, como todos bebiam muito pouco, a média de long necks consumidas por cada elemento foi de 35,576 fora a média de doses de tequila por meliante, estimada por volta das 8,65.
Quando se deram conta, cada um deles estava em sua dimensão particular, imitando o tropeço (família adams), desafiando o coma alcoólico e se tornado uma vítima em potencial do SAMU.
Alguns instantes após o desafio alcoólico, a boite já estava de final e o nosso bravo personagem Palito havia se acomodado próximo ao local onde buscava-se a cerveja, bem indispensável principalmente quando não se consegue nem elaborar uma frase ou se locomover. Com maestria de um palhaço e charme de um pato, seus braços se posicionavam estrategicamente apoiados sobre o balcão, de forma semelhante a do rapaz de camiseta branca da foto abaixo.
Após ser chamado por um de seus amigos para ir embora e ser requisitada a chave de seu veículo, notada sua incapacidade ao volante, o jovem rapaz entrega a chave a seu amigo e pronuncia uma das maiores pérolas já notificadas pela malandragem que ronda meu núcleo social. Palito, abanando as mãos como um ser de sexualidade indefinida, entrega a chave para seu colega e evoca das profundezas de seu estado alterado:
-Pode ir, não peguei ninguém ainda!
Ia por ali se formando uma concentração de bebuns, buscando decidir o rumo daqueles 362 litros de cachaça ambulante enquanto o menino Palito repetia ao bêbado número dois a épica frase. Quando os demais alcoólatras pararam para pensar no que aquele meliante havia dito, desentortaram seus pescoços, deram um 3-6-0 e observaram que ninguém mais se encontrava no local, a não ser a tia da limpeza que higienizava alegremente o ambiente com seu emipetrêizpreyer provavelmente ao som de Waldick Soriano, Amado Batista e Wando. Palito, ao comover-se com o momento, achou melhor seguir o conselho de seus colgas e retirar-se do evento.
Minutos após o ocorrido, já fora da boite, nosso audaz colega aguardava no banco do carona de seu próprio veículo por seu almeijado sanduba que havia requisitado ao galã minutos antes. Após a chegada de seu banquete, o ser que havia levado o menino até ali, que também havia requisitado esse prato sofisticado, retira o carro do estacionamento e ruma em direção à casa de uma terceira que se encontrava no banco de trás, deixando o pobre menino Palito segurando uma coca-cola em cada uma das mãos, impossibilitando-o de comer seu sanduíche. O estado alcoólico desse rapaz então, novamente falou mais alto. Da sandubaria até a casa da terceira, leva-se cerca de dois minutos de carro, que foi o tempo de raciocínio para encontrar uma solução para o problema de sua fome. Ao chegar à porta da casa da terceira, palito encontra a magistral solução, e arremessa a coca-cola de seu colega pela janela e ataca o indefeso sanduíche.
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